Retomadas as discussões sobre avanço de status sanitário do RS

 01/04/2015

Retomadas as discussões sobre avanço de status sanitário do RS

 

O Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal reuniu na quarta-feira (1/4) representantes do Ministério da Agricultura, Farsul, Fetag e Conselhos Técnicos Operacionais e também o Secretário da Agricultura, Ernani Polo, para retomar as discussões sobre o avanço do status sanitário do Rio Grande do Sul.

O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, apresentou um resgate dos pontos considerados fundamentais para alcançar outro patamar em termos de sanidade animal.   Segundo ele, de oito pontos levantados há alguns anos, “apenas um, que é o alinhamento com a política de defesa sanitária do Uruguai, resta inconclusivo, especialmente por se tratar de de relações internacionais, deverá ser uma atribuição do Ministério da Agricultura. Os demais foram concluídos ou estão progredindo satisfatoriamente”.

Um grupo formado por representantes dos Conselhos Técnicos Operacionais do Fundesa, do Ministério e da Secretaria da Agricultura, da Farsul e da Fetag vão se reunir no próximo dia 15 para tratar sobre novas medidas. A intenção é realizar um levantamento de custos para implementar o restante das ações necessárias para encaminhar pleitos de avanço em todas as cadeias. Peste Suína Clássica, Influenza e NewCastle, Brucelose, Tuberculose e Febre Aftosa são algumas das enfermidades que serão consideradas prioritárias para as discussões do grupo.

A principal preocupação são os entraves econômicos gerados para o Rio Grande do Sul por conta de questões sanitárias. O setor de aves, por exemplo, lamenta que na última missão oficial ao Brasil, os representantes do Chile não visitaram o estado. “Precisamos mostrar aos países que estamos avançando em defesa sanitária e o reconhecimento dos compradores internacionais é fundamental para a conquista de novos mercados, o que beneficia toda a economia gaúcha, afirma Kerber.

Veja os pontos que avançaram nos últimos anos:

Conclusão do processo de informatização das IVZ’s;

Treinamento e capacitação de pessoal;

Controle eficiente de divisas;

Grupo de emergência treinado e capacitado;

Alinhamento de políticas de defesa com o Uruguai

Realização de inquéritos sorológicos para comprovar a ausência de atividade viral;

Diagnóstico laboratorial das suspeitas clínicas;

Aprovação e reconhecimento da estrutura pelo Mapa

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