Exportação de carne suína deve crescer em 2015 após recuo no ano

 

Exportação de carne suína deve crescer em 2015 após recuo no ano passado

As exportações de carne suína do Brasil tiveram faturamento de US$1,60 bilhão em 2014...

 

Quinta-feira, 15 de Janeiro de 2015 às 09h31

 
Exportação de carne suína deve crescer em 2015 após recuo no ano passado

As exportações de carne suína do Brasil caíram 4,0% em 2014 na comparação com o ano anterior, para 505,70 mil toneladas. Mas as receitas com os embarques subiram 17,0%, com preços mais altos pagos pelo produto nacional, a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

As exportações de carne suína do Brasil tiveram faturamento de US$1,60 bilhão em 2014.

Para 2015, a entidade prevê crescimento de quase 3% nos embarques, o que corresponderia a 520,0 mil toneladas, com expectativa de manutenção de volumes vendidos para a Rússia e maiores vendas para a Ásia.

- Para expandir nossos embarques, estamos focando nossos esforços na abertura do mercado da Coreia do Sul. Também há boas perspectivas para abrir os mercados do México e do Canadá e, principalmente, o retorno das vendas para a África do Sul - afirmou em nota o presidente da ABPA, Francisco Turra.

O objetivo das empresas do setor é reduzir a dependência de exportações para o Leste Europeu. O cenário político nessa região foi determinante para o saldo do setor em 2014, disse o vice-presidente da ABPA, Rui Vargas, referindo-se à desvalorização do rublo, que deixa mais caras as importações pelos russos.

- Esperamos que os níveis se mantenham durante este ano, mesmo com a situação econômica enfrentada hoje pela Rússia - afirmou Vargas.

A Rússia - maior importadora da carne suína brasileira - foi responsável pela compra de 186,50 mil toneladas em 2014, desempenho 38,3% superior ao de 2013. A receita gerada com as vendas para os russos quase dobrou no período, para US$810,50 milhões.

Preços

Separadamente, o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (CEPEA) divulgou que os preços no mercado iniciaram o ano em alta, por conta da oferta restrita de animais para abate. Em 2014, a quantidade também estava limitada.

- No segundo semestre, chegou a haver intensificação dos abates, o que reduz ainda mais a oferta neste começo de ano. No mesmo sentido, pesam as típicas vendas de leitões por parte de produtores independentes no fim do ano - disse o CEPEA.

Apesar da interrupção dos abates em dezembro por conta das festas de final de ano, o volume de animais ainda não se recuperou.

Da Redação PorkWorld, com informações do Reuters

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