Fundesa quer ações rigorosas para inibir o descaminho de prod. no RS

 

Fundesa quer ações rigorosas para inibir o descaminho de produtos no RS

Representantes das cadeias produtivas da pecuária de corte, leite, aves e suínos estiveram presentes, bem como representantes do serviço veterinário oficial estadual e federal.

 

Quinta-feira, 13 de Novembro de 2014 às 13h06

 
Fundesa quer ações rigorosas para inibir o descaminho de produtos no RS

Representantes dos Conselhos Técnicos Operacionais do Fundesa estiveram reunidos durante a tarde de quarta-feira (12/11) para a apresentação de um balanço de atividades realizadas e em desenvolvimento em prol da defesa sanitária animal no Rio Grande do Sul. Representantes das cadeias produtivas da pecuária de corte, leite, aves e suínos estiveram presentes, bem como representantes do serviço veterinário oficial estadual e federal.

Entre os relatos apresentados, o trabalho realizado em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul para a avaliação de risco de febre aftosa no estado, pelo professor Luiz Gustavo Corbelini.   O presidente do Conselho Técnico de Pecuária de Corte, Carlos Simm, acredita que o resultado da avaliação pode contribuir para a abertura de diálogo com o setor produtivo para uma possível retirada da vacina.

Já após o balanço sobre a revitalização dos Postos Fixos de Divisa, o presidente do Fundesa, Rogério Kerber, falou sobre documento enviado à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio solicitando ações mais efetivas para coibir a entrada de animais e produtos de origem animal por vias que não sejam os seis corredores sanitários.

“Precisamos nos proteger. Hoje estamos presentes em seis pontos, mas quantos pontos de passagem existem ao longo da divisa com Santa Catarina?”, questiona.  Kerber salienta que é preciso criar regras mais taxativas, autuando toda a carga que não transite pelos corredores. “Todo aquele que não utilizar essas vias, tem que ficar sujeito a uma punição diferenciada. Se nós estamos investindo para ter proteção das produções, temos que ter uma certa segurança. ”O presidente do Fundesa sugeriu como uma das ações possíveis, o cruzamento de informações entre as secretarias da Agricultura e da Fazenda.

O chefe da Divisão de Fiscalização e Defesa Sanitária Animal da Seapa, Marcelo Göcks, afirma que o principal desafio é garantir o apoio da Brigada Militar para novos pontos de fiscalização. “Só nos seis corredores sanitários, precisamos do apoio diário de 48 policiais militares. E em cada barreira extra são oito por dia em cada uma”, afirma.

Além destes pontos, também foram apresentados relatos sobre o programa de Tuberculose e Brucelose, Campanha de Vacinação contra a Febre Aftosa, processo de reconhecimento internacional de área livre de Peste Suína Clássica, compartimentalização do setor avícola e recursos investidos pelo Fundesa na Fepagro.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Fundesa

>> Mais notícias

24/08/2017

Comissão aprova proj. de Katia Abreu que suspende cobrança do Funrural

25/05/2017

Simpósio do Leite abordará Biosseguridade

10/05/2017

Biosseguridade e bem-estar na produção suína

03/03/2017

Audiência pública proposta por Weber discutirá decreto para suinocultu

16/12/2016

CP: Kerber vai para 7º mandato

Ver todas as notícias

<< Voltar

Nome

E-mail

Mensagem