Revitalização e construção de Postos de Divisa em fase final

 Revitalização e construção de Postos de Divisa em fase final

 

O Fundesa – Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária Animal – está em fase de conclusão da revitalização e obras nos Postos Fixos de Divisa (PFD) com Santa Catarina. A ação é uma parceria com as Secretarias da Agricultura, Pecuária e Agronegócio e da Fazenda e também Ministério da Agricultura. Até o final dos trabalhos, o fundo terá investido mais de 780 mil reais nas obras nos seis postos, que foram desde a simples revitalização até à construção de novas estruturas.

 

Os Postos Fixos de Divisa são pontos estratégicos para a economia do estado. Por eles passam todas as cargas de animais, produtos e subprodutos de origem animal que saem por via terrestre em direção ao restante do país. "A movimentação gira na casa dos bilhões de reais", afirma o presidente do Fundesa, Rogério Kerber.  Só na cadeia do leite, 60% da produção exportada para outros estados passa pelos PFD. Nos suínos, o percentual é de 45% e em aves, 30%. "E temos que considerar também os produtos que vêm de outras unidades da federação", conclui. Conforme Kerber, a estruturação dos postos já está permitindo maior rigor na fiscalização e, por consequência, mais garantia de alimentos seguros para o consumidor gaúcho e brasileiro.

 

As obras no Posto de Nonoai devem ser concluídas até julho. Já o PFD de Barracão representou o maior desafio para o Fundesa, uma vez que a execução das obras dependeu de longas tratativas entre o Fundesa, a Seapa e a Sefaz junto ao DNIT. Entretanto, concluídas as adequações, as obras já iniciaram e o prazo da conclusão dependerá do tempo..

 

Já foram entregues e estão funcionando plenamente os postos de Vacaria, Marcelino Ramos, Iraí e Torres. Este último, inaugurado em 30 de maio, foi o primeiro PFD a atender às diretrizes do Codesul, que determinou aos secretários de agricultura dos estados que o integram, o desenvolvimento de esforços na área de defesa sanitária. O presidente do Fundesa, Rogério Kerber, destaca a adequação e afirma que “Fundesa, Seapa e Sefaz deram o primeiro exemplo de como é possível aproveitar os recursos existentes e superar limitações.”

 

O posto de Torres também foi transformado em corredor sanitário, para a passagem de produtos de origem animal através do estado catarinense.  Ainda conforme Kerber, a estimativa das empresas transportadoras é de uma economia de R$ 500,00 a R$ 600,00 por carga, além da redução de até 10 horas na duração da viagem.

 

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Thais D'Avila - Assessora de Imprensa - Fundesa

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