ABCS alerta sobre medidas para prevenção da Diarreia Epidêmica de Suí

 

Associação Brasileira dos Criadores de Suínos alerta sobre medidas para prevenção da Diarreia Epidêmica de Suínos

Comunicado do Ministério da Agricultura reforça cuidados e práticas para evitar a entrada da doença nos rebanhos

Embrapa/Divulgação
Foto: Embrapa/Divulgação
Doença é quase mortal para suínos jovens, mas não faz mal para os seres humanos

 

Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) alerta aos produtores e administradores de granjas de todo país sobre a necessidade de manter e redobrar os procedimentos de biossegurança em seus plantéis, em especial neste momento, por conta da epidemia de PED (do inglês, Porcine Epidemic Diarrhea) que afeta vizinhos do Brasil. A doença ainda não foi diagnosticada em território nacional. Confira as dicas relacionados a biossegurança:

1. Ingresso de animais de outros criatórios deve ser de origem certificada e confiável. Os animais devem ser mantidos isolados dos demais por pelo menos 15 dias;

2. Ingresso de veículos, objetos ou equipamentos que possam ter passado por outros criatórios;

3. Ingresso de pessoas que tiveram contato com outros suínos;

4. Se houver quaisquer sinais clínicos compatíveis com a PED, o produtor ou o veterinário devem procurar imediatamente o veterinário do serviço oficial (estadual ou federal) para que seja providenciado o diagnóstico precoce e a adoção de medidas para evitar a disseminação da doença.


Confira o quadro do Dr. Pecuária a respeito da doença

Já sobre como o Brasil está se preparando para caso a doença seja detectada em território nacional, o Ministério da Agricultura afirmou que está em estado de alerta para a doença, buscando informações atualizadas sobre a doença e atuando em conjunto com o setor privado para discutir e implementar as melhores ações para prevenir a entrada da PED.  Confira a medida que estão sendo tomadas:

1. Todas as importações de suínos  vivos autorizadas pelo Mapa, que analisa caso a caso; os animais devem ser originados de estabelecimentos certificados pelo serviço veterinário do país exportador da ausência da doença nos últimos 12 meses e deverão cumprir quarentena na origem e também serão quarentenados por no mínimo 30 dias nas novas instalações da Estação Quarentenária de Cananéia, sob permanente supervisão do serviço veterinário oficial, antes de serem transportados para fazendas no Brasil.

2. Em relação à importação de sêmen suíno, somente serão emitidas autorizações de importação pelo Mapa, que analisará caso a caso. Os semens deverão ser oriundos de centros de coleta credenciados pelo serviço veterinário oficial do país exportador e que não registraram ocorrências da doença nos últimos 12 meses;

3. Com relação ao plasma suíno para ração animal, somente serão autorizadas importações pelo Mapa e que sejam oriundas de estabelecimentos registrados pelo serviço veterinário oficial do país de origem; com certificação sanitária oficial quanto aos rigorosos requisitos estabelecidos pelas autoridades brasileiras para importação. Também serão realizadas missões de fiscais federais agropecuários aos estabelecimentos exportadores do insumo para averiguar "in loco" o cumprimento dos requisitos sanitários.

 

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