Olho no mercado da carne suína dos EUA

 Olho no mercado da carne suína dos EUA

 

 

Ao mesmo tempo em que cobra procedimentos de segurança para evitar que o surto de diarreia suína dos Estados Unidos chegue ao Brasil, entidades ligadas ao setor enxergam uma oportunidade para expandir os mercados exportadores.
 
– Algo semelhante ocorreu em 2005, com a gripe aviária. Criamos um sistema de vigilância para nos proteger e, com isso, conseguimos nos tornar os maiores exportadores de frango do mundo até hoje – lembra Francisco Turra, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
 
Hoje, o Brasil vende carne suína para 70 países. Com perda de pelo menos 7 milhões de cabeças nos Estados Unidos, 60% do rebanho de lá, o país poderá se beneficiar ao abocanhar mercados receosos em consumir a carne americana.
 
O vírus da diarreia suína não é transmitido aos humanos. Nos suínos, o índice de morte chega a quase 100%.
 
Zero Hora

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