Nova fábrica da Dália está entre as melhores do mundo

A fábrica de leite em pó da Dália Alimentos está entre as melhores do mundo. É o que garante o diretor superintendente da cooperativa, Carlos Alberto de F. Freitas, devido ao alto nível tecnológico da nova indústria. A inauguração acontece no próximo dia 15 de junho, data em que a cooperativa comemora 65 anos de história.

A programação inicia às 10h, com credenciamento na entrada. As presenças de políticos e autoridades de níveis nacional e estadual já estão confirmadas. Cerca de três mil pessoas são esperadas para a festa. Para animar o público, a inauguração contará com shows de Os Fagundes e Pedro Ernesto Denardin. O complexo está localizado às margens da RS-130, quilômetro 91, em Palmas, Arroio do Meio.

O investimento na nova fábrica é de R$ 64,4 milhões. Do total, R$ 48,1 milhões são financiados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e R$ 16,3 milhões de recursos próprios. Em 45 mil metros quadrados, o complexo é composto por uma torre principal e mais 12 prédios de apoio. Entre 80 a 90 empregos serão gerados.

“Com a nova planta de leite em pó, a cooperativa terá um crescimento expressivo em produção e faturamento”, afirma o presidente da Dália Alimentos, Gilberto Piccinini. A cooperativa poderá prestar serviços para outras empresas e cooperativas. A expectativa é de que até 2016 a indústria esteja operando em sua capacidade máxima, produzindo 60 toneladas de leite em pó por dia.

Leite em pó instantâneo integral e desnatado, e não instantâneo, em versões de 200 g até 25 kg serão comercializados. Com embalagens personalizadas, também serão produzidos leites especiais no complexo. Além disso, está sendo analisada a possibilidade de fabricação de manteiga e creme de leite.

A construção da fábrica de leite em pó da Dália Alimentos teve início em dezembro de 2008. Atualmente a cooperativa conta com 3.529 associados, em 105 municípios do Rio Grande do Sul. Em 2011 o faturamento foi de R$ 500 milhões, com R$ 16,5 milhões em sobras. Nesse ano o montante deverá crescer 14%, atingindo a cifra de R$ 570 milhões.


Contribuição nacional

Na visão do diretor superintendente, a indústria irá colaborar para que o país comece a participar do mercado externo. Graças à tecnologia de ponta, importada da Alemanha, a nova fábrica terá condições de produzir dentro de padrões internacionais.

“A produção brasileira de leite já atingiu um número superior ao consumo do mercado interno”, lembra. Para que a pecuária leiteira continue viável economicamente, Freitas enfatiza que as exportações terão de acontecer.

Atualmente, a cooperativa possui números de produção maiores do que países tradicionais do setor, como o Uruguai. Diariamente, uma média de 440 mil litros de leite de 1.725 fornecedores entra na indústria.


Planos futuros

Os programas de assistência técnica serão intensificados. Entre a nova indústria e a área de preservação permanente, uma estação experimental de sementes e pastagens será construída. Junto aos centros de pesquisa e extensão, dias de campo com os associados serão promovidos.

Além disso, está sendo estudada a possibilidade de construção de um posto de gasolina da Dália, próximo à fábrica. O objetivo é transformar a estrutura em um projeto integrado ao sistema de produção da cooperativa, reduzindo custos dos associados, transportadores e freteiros.
 

Fonte: Assessoria de imprensa Dália.

Crédito foto: Michele Scaravonato

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